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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Se for costume... (Clauder Arcanjo)



(Thé de l'Après-Midi, Louise Abbéma)
 
Se for costume o acalanto da solidão,
Acostumado me encontro.
Se for costume o assanhado da pulsão,
Acostumado me encontrei.
E, se for costume (costume de não ter jeito),
O malsinado gosto pela vã ilusão...
Acostumado sempre; eu me (re)encontrarei.

Macaé-RJ, 30/07/2011
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