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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O Homem Desoriental - III (Mariel Reis)




 






O vento célere entre os fios de ouro
Trançados com ervas perfumadas.
O calor afogueia as jóias do seu rosto,
Murmuram orações os seus lábios de rubi.
Os anjos em coro abençoam a sua visão
E o meu coração confrangido
Teme pela hora de partir.

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