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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Só falta me deixar zuruó (Badida Campos*)



 (Wallpaper de Rafa Santos)


Deliciosa a sua crônica "Com José Albano e Valquíria Monterosso"!  Sensação de que todas as mulheres que lhe visitam são deusas. Estou quase terminando "Luz vermelha que se azula". Encantada. "Contos acolhidos, lembrados..." é uma aula de como se deve escrever. "Os outros"; é tudo tão bem dito que, de repente, o louco são os outros. Quer ver uma palavra que vc usou e me deu uma saudade enorme da minha terrinha? ZURUÓ ("Só falta me deixar zuruó...") Amei! Genial é "Bom-dia, meus anjinhos!" Eta padreco Diógenes desgraçado! "Luz vermelha que se azula" me deu uma pena infinita de Dirceu! "O albergue", lugarzinho misterioso o deste albergue... "As manhãs de Astrolábio", mais surreal, impossível. Tenho amigos idênticos ao Astrolábio. Deliciosos... Ri muito. "Quando outro passarinho passar", o gato é perfeito. Muito bom "Canções para Domício Miranda". E seus personagens possuem nomes estranhos, mas íntimos (não sei explicar). Ascânio, de memória fabulosa (já por mim muito querido, uma vez que trazia na memória, "sua biblioteca ambulante" o meu Moreira Campos.) e de tanto gostar de uísque se tornou escritor! Rindo... Maravilha o "Tudo como naquele tempo"! Os desaparecimentos... O policial advertindo: "se continuasse a arremessar pedras na meninada, ficaria sem o cachimbo"... Final, maravilha: "E, ao longe, uns prédios enormes e o cheiro de mar." Enfim, vc é mestre mesmo, amigo. Parabéns! Estou encantada! Abraço afetuoso.
Badida

*Artista plástica, mora em Recife e é filha do contista Moreira Campos.

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