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sábado, 29 de outubro de 2011

Sua nuca (Inocêncio de Melo Filho)


Para Taiz Lima


Sua nuca está longe de mim
Mesmo assim vejo-a
Exibindo-me caminhos
Que não posso trilhar.
Vejo-a sem meus versos
Vejo-a branca e avermelhada
Com outros beijos bordados.
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