Hoje meu zelo
uma vez mais
destruiu a morte
precisamente
quando sussurrava
uns fragmentos
sobre o destino.
Voltei-lhe
o olhar errante
e despedacei
seu véu rutilante
deixando-a nua
diante do espelho.
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Esteja em casa. Sinta-se à vontade. Entretanto, este blog não é de acordo em publicar comentários de anônimos e/ou palavras que objetivem denegrir quem quer que seja. Literatura sem fronteiras é uma tribuna democrática para os verdadeiros amantes da literatura, da poesia e assuntos correlatos.
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