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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dostoievski e os pobres de São Petersburgo (Adelto Gonçalves*)



I
SÃO PETERSBURGO – Ao contrário do que ocorre com quem tenta reconstruir, ao menos na imaginação, o Rio de Janeiro oitocentista de Machado de Assis (1839-1908), do qual quase nada resta, quem vai em busca da São Petersburgo de Fiodor Dostoievski (1821-1881) acaba por encontrar muitos prédios e logradouros que lá estão desde os tempos em que o escritor russo perambulava por lá com seu chapéu negro de feltro nos dias de inverno. Quem chegou a São Petersburgo neste verão de 2011, com um pouco de sorte, pôde participar do Dia de Dostoievski, a dia 2 de julho, que foi comemorado pela segunda vez.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Cinco livros novos (Nilto Maciel)




Minhas mesas estão repletas de livros novos. Não consigo ler todos, por falta de tempo. Não, não é bem assim. Retifico a informação: não consigo ler tudo. De muitos, leio algumas páginas. De poucos, leio todas. Hoje darei notícia de cinco dessas publicações. Os autores são Alan Mendonça, Carlos Herculano Lopes, Edna Rezende, Ludmila Maurer e Waldy Sombra. Que me desculpem a mistura. Poemas com narrativas, estudos com biografias, homens com mulheres, jovens com idosos, dois cearenses com dois mineiros e uma paulista. Assim é o Brasil.