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SÃO PETERSBURGO – Ao contrário do que ocorre com quem tenta reconstruir, ao menos na imaginação, o Rio de Janeiro oitocentista de Machado de Assis (1839-1908), do qual quase nada resta, quem vai em busca da São Petersburgo de Fiodor Dostoievski (1821-1881) acaba por encontrar muitos prédios e logradouros que lá estão desde os tempos em que o escritor russo perambulava por lá com seu chapéu negro de feltro nos dias de inverno. Quem chegou a São Petersburgo neste verão de 2011, com um pouco de sorte, pôde participar do Dia de Dostoievski, a dia 2 de julho, que foi comemorado pela segunda vez.

