Clauder Arcanjo se diz “aprendiz de poeta” (também gosto de me apequenar) e me chama de mestre (também ofereço a alguns amigos tratamento superlativo), na dedicatória de seu novo livro Novenário de espinhos (Mossoró: Sarau das Letras, 2011). Aprendizes todos somos, até certo ponto da estrada. Alguns aprendem logo, outros são mais lentos. Clauder é dos que aprenderam o fundamental com facilidade e se pôs a compor poemas e também contos e crônicas com a competência dos alunos mais dedicados. Assim, em 2007 deu a lume a coletânea de contos Licânia e, dois anos depois, apresentou Lápis nas veias, de minicontos.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
De volta ao passado: a encantadora Fortaleza do século XIX (Aíla Sampaio)
Um conto no passado, cadeiras na calçada, romance de Raymundo Netto, é uma viagem no tempo, um encontro com uma Fortaleza poética e provinciana que só a imaginação pode reconstruir. De mãos dadas com Américo Lopes, o protagonista e narrador, passeamos pelas calçadas do início do século XX e andamos pelas ruas ‘descalças’ de uma cidade menina que parece se fazer mulher aos olhos do leitor.
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