Escrevendo sobre a arte do ensaio, observa inteligentemente Lúcia Miguel Pereira que o ensaísta escreve como o inglês viaja. Sem, rigorosamente, um centro, pois não sofre a limitação de um único ponto de vista e se movimenta no texto, a exemplo do flâneur, em todas as direções. Claro está que ao afirmá-lo ela pensava não nos ensaístas acadêmicos – que proliferariam depois –, mas nos humanistas infensos às fórmulas feitas e aos modismos passageiros.
Translate
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Assinar:
Comentários (Atom)
TODOS OS POSTS
Poemas
(615)
Contos
(443)
Crônicas
(421)
Artigos
(371)
Resenhas
(186)
Comentários curtos
(81)
Variedades
(59)
Ensaios
(47)
Divulgações
(26)
Entrevistas
(24)
Depoimentos
(15)
Cartas
(12)
Minicontos
(12)
Prefácios
(9)
Prosa poética
(7)
Aforismos
(6)
Enquete
(6)
Diário
(5)
Epigramas
(4)
Biografias
(2)
Memórias
(2)
Reportagem
(2)
Aviso
(1)
Cordel
(1)
Diálogos
(1)
Nota
(1)
TEXTOS EM HOMENAGEM AO ESCRITOR NILTO MACIEL
(1)
Vídeos
(1)
Áudios
(1)
