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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O verso livre de Joaquim Pessoa (Adelto Gonçalves*)


I

Vou-me embora de mim é uma condensação dos principais livros do poeta português Joaquim Pessoa (1948) preparada pelo filólogo Vadim Kopyl, doutor em Filologia Românica e diretor do Centro Lusófono Camões da Universidade Estatal Pedagógica Hertzen, de São Petersburgo, e publicada em edição russo-portuguesa pela Alexandria Publishing &Humanities Agency daquela cidade que é a capital cultural da Rússia. A tradução dos poemas coube a não só a Vadim Kopyl como a Andrei Rodosski e Veronica Kapustina.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Gênesis e exit de José Bezerra Cavalcante (W. J. Solha)


(José Bezerra Cavalcante)

Primeiro:
Assisti, no Festival de Cinema de Brasília de 2002, a um filme de intensa beleza – “Desmundo”, de Alain Fresnot, fotografia de Pedro Farkas – no qual conheci o Brasil recém-descoberto, dotado de um idioma que exigiu legendas pra tornar o diálogo inteligível. Bem. Os bons poemas de José Bezerra Cavalcante, superpopulados de expressões datadas por Joaquim Osório Duque Estrada e José Pedro Xavier Pinheiro – como fúlvido, incunábulo, paramento, fulgor, cimalha, cincerro, ganga, cítara – remetem-me a uma época bem mais recente que a do Descobrimento, mas ainda não nossa: a da criação do Hino Nacional e da primeira tradução brasileira de “A Divina Comédia”.