Grilos e sapos nos brejos, e ele a estortegar-se
todo, no leito de palha, entre gemidos e bufos de bicho agoniado. Do outro lado
da parede de taipa, a voz rouquenha de Sinhana:
— Que é isso, Menino?
Silêncio como resposta, o rosto afundado no travesseiro de paina, abafando a agonia. A noite. Os grilos. Os sapos. E novamente Sinhana:
— Sossega, Menino. Dorme.

