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domingo, 2 de fevereiro de 2014

O homem desoriental – XVI (Mariel Reis)












A fonte incessantemente
Murmura o seu nome,
Nada interrompe
Suas mil línguas
De lavrar na pedra
A promessa da eternidade.
Se amor ou acaso
Desconheço a necessidade
De distingui-los com precisão
Porque segue marcado
Com seu brilho agudo
Dentro de meu peito.

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