Dizia La Fontaine, o das fábulas, “Correr não adianta. É preciso partir a tempo”. E o que é o tempo e a tempo? Pergunto a Santo Agostinho e ele – quase – responde: “Que é, pois, o tempo? (...) Se ninguém me perguntar, eu sei; se o quiser explicar (...) já não sei”. O mais maroto e um dos mais belos poetas brasileiros contemporâneos, Manoel de Barros, versa: “O tempo só anda de ida”. Pois é.
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
A propósito de uma crônica (João Carlos Taveira)
(Couverture du programme pour la première de « L'Après-midi d'un faune » des Ballets Russes (chorégraphie de Nijinski) au théâtre du Châtelet à Paris, le 29 mai 1912. Dessin de Léon Bakst. © AKG-images)
L'après-midi d'un faune (A tarde de um fauno) é um dos poemas mais famosos de Stéphane Mallarmé, escrito em 1865 e publicado onze anos depois, com ilustrações do pintor impressionista Edouard Manet (muito apreciado pelo saudoso José Hélder de Souza). O poema conta a história, em clima sensual, de um fauno que toca sua flauta nos bosques e fica excitado com a passagem de ninfas e náiades, mas tenta alcançá-las em vão. Então, cansado e triste, cai em um sono profundo e passa a sonhar com visões que o levam, afinal, a atingir os objetivos que não tinha alcançado dentro da realidade.
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