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sábado, 17 de setembro de 2011

Luz vermelha que se azula (Horácio Dídimo)


Para Nilto Maciel


O amor jamais acaba. (1 Coríntios 13,8)
Mas como ver o invisível ?(*p.105)

Humanidade sofrida,
Acolhida e relembrada,
Engendrada e refletida
Na beleza da palavra.

Lá se esconde a fé azul
E aquela verde esperança
Nas flores avermelhadas
De um amor que não se cansa.

Carregamos nossa cruz
Pisando pelas calçadas
Nas rosas despedaçadas.

Luz vermelha que se azula,
Luz azul que reverdece,
Luz verde como uma prece...

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In Exercícios de Admiração
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Iconoclastia suburbana (Daniel Osiecki)


Há três anos devorei um livro de contos intitulado John Fante trabalha no Esquimó, do então desconhecido (pelo menos pra mim) Mariel Reis. Logo nos primeiros textos já tive a impressão de estar lendo um discípulo do mestre (e meu conterrâneo) Dalton Trevisan.