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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Alçapões, milagres e bruxarias de Péricles Prade (Nilto Maciel)


(Péricles Prade)

Conheço a literatura de Péricles Prade desde a publicação de Os milagres do cão Jerônimo e Alçapão para gigantes. Sua obra é vasta e vem se acumulando ao longo dos anos. Não digo se enriquecendo, ou se aproximando da perfeição, pois não tenho instrumento para medir o assunto literário. Sou apenas um leitor passageiro dele. Assim mesmo, em 1994 escrevi um ensaio sobre a literatura fantástica no Brasil e dediquei uma fração à prosa ficcional de Péricles. Depois perdi o contato com ele. Em 2010, ainda morador de São Paulo, ele voltou a se comunicar comigo. Dia desses de 2011 (agora residente em Florianópolis), ele me enviou uns impressos. São belos artefatos de papel.

domingo, 9 de outubro de 2011

A rede (Carlos Nóbrega)




E pende a rede do armador
embrulhada sobre si
fruta farta furta-cor
como um fardo de sonhar,
uma jaca de dormir.
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