(Péricles Prade)
Conheço a literatura de Péricles Prade desde a publicação de Os milagres do cão Jerônimo e Alçapão para gigantes. Sua obra é vasta e vem se acumulando ao longo dos anos. Não digo se enriquecendo, ou se aproximando da perfeição, pois não tenho instrumento para medir o assunto literário. Sou apenas um leitor passageiro dele. Assim mesmo, em 1994 escrevi um ensaio sobre a literatura fantástica no Brasil e dediquei uma fração à prosa ficcional de Péricles. Depois perdi o contato com ele. Em 2010, ainda morador de São Paulo, ele voltou a se comunicar comigo. Dia desses de 2011 (agora residente em Florianópolis), ele me enviou uns impressos. São belos artefatos de papel.

