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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Dércio Braúna (W.J. Solha)

Li, dele, os contos de Como um cão que sonha a noite só e os versos de Metal sem Húmus. Sintonia, no entanto, é coisa de momento, de magia. Passei séculos para aceitar a Chacona de Bach, esmagado pela beleza imponente da Tocata e Fuga em Ré e da Paixão segundo São Mateus. Daí que o que me marcou mesmo, do cearense Dércio Braúna, foram os detalhes de A Selvagem Língua do Coração das Coisas.“Detalhes” no sentido usado em artes plásticas, em que pormenores de algumas obras encantam tanto ou maisque elas inteiras.



Parece que a propósito, o poeta diz, num dos poemas desse livro:

Deslumbrar de tudo
é que bem queria!
Mas o coração
(um bloco de pedra todo riscado com gritos)...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Cronistas de Goiás (Franklin Jorge)




José Mendonça Teles consagrou-se ao serviço de Goiás. Escritor, animador cultural, pesquisador, historiador, biógrafo, poeta, professor universitário, gestor, cronista emérito, nada do que diz respeito à terra e aos habitantes de Goiás lhe é desconhecido.