Todo dia me prometo ler, pelo menos, 50 páginas de livro, a cada 24 horas. Toda manhã, antes de pôr os pés no chão, me proponho escrever uma crônica/resenha, de dois em dois dias. Há anos me puno por não cumprir tais prometimentos. Qual a punição? Chamo-me (entre quatro paredes) de mentiroso, safado, enganador, velhaco e mais uma centena de substantivos e adjetivos de uso comum. Insatisfeito com a brandura do castigo, aplico-me incontáveis bordoadas imaginárias (como o fazem aqueles penitentes cristãos no sertão nordestino e faziam aqueles pobres europeus da Idade Média). Na verdade, termino o julgamento tão benigno quanto uma monja virgem e apenas me imponho a tarefa de engendrar ou tentar esboçar um conto. Se não tanto, pelo menos rabiscar o futuro feto, seus contornos de monstrinho.
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sábado, 11 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
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