(Grito en silencio, Susana Weingast, 1998)
“Em gritos expressamos / nossas emoções //em gritos desdobramos / nossas paixões // em gritos espantamos / nossas sensações // em gritos evitamos / que o silêncio nos consuma” (Pedro Du Bois)
Ao olhar para cima, vejo o céu; olho para frente, vejo o mar. Olho para os lados e vejo a imensidão da natureza. Inesperadamente, meu grito é calado. Ao viver neste lugar maravilhoso e ter que conviver em ambiente fechado, fico atrelada apenas aos gritos, aos meus gritos que promovem uma transformação química, fazendo com que a voz seja absorvida apenas por mim.

