
Montado num cavalo recém-domado, Átila percorria a vista pelos prados da Panônia. O animal trotava, cheio de garbo, como se quisesse dizer ao homem que também tinha dignidade.
Satisfeito com o procedimento do cavalo, Átila pôs-se a falar, carinhosamente. Dar-lhe-ia um belo nome. Que tal Huno? Não, arranjaria um nome próprio dos melhores animais. Leão, por exemplo. Sim, Leão.