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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Astrid Cabral e um pouco de Whitman e Pessoa



Desde que nos conhecemos, Astrid Cabral e eu mantemos correspondência que só me traz alegria e prazer. Pois quem não gosta de ler carta (ou mensagem) de letras bem arrumadas, frases lapidadas, como se fossem poemas ou crônicas? As dela são assim. A par disso (das cartas), permutamos livros há cerca de vinte anos. O mais recente presente dela é Intramuros (Manaus: Editora Valer, 2011), 2ª edição revista pela autora, Prêmio Nacional de Poesia Helena Kolody, 1997. Trata-se de uma seleção dos livros Intramuros (1998) e Jaula (2006), aos quais juntou a parte intitulada “Extramuros”.

domingo, 4 de setembro de 2011

Meu mestre cearense (Ronaldo Monte)



Não sei o que fiz pra merecer tanta consideração da parte de Nilto Maciel. Nós nunca nos vimos, nunca trocamos uma palavra que não fosse por e-mail, não tenho deztões da competência que ele tem pra escrever um conto, muito menos um romance louco como Carnavalha. Mesmo assim, o Nilto vive me cobrindo de gentileza. No ano passado, me mandou os dois volumes dos seus Contos Reunidos. Mês passado, sempre pelas mãos do seu cupincha Pedro Salgueiro, me mandou o tal romance desvairado e o seu último livro de contos, Luz vermelha que se azula. Os contos, devorei em uma tarde. O livro demorou mais um pouco: dois dias.