Acabo de ler o diário de
Nilto Maciel. Trata-se de anotações críticas sobre literatura, sem prejuízo, no
entanto, de confissões e questionamentos pessoais. Os cadernos compilados em Menos
vivi do que fiei palavras (Editora
Penalux, 2012), sem nomeação de dias e meses, estão datados de 1986 a 1992, período em que
o autor de Vasto abismo ainda vivia em Brasília. Pelo que
declara em algum trecho, abandonou de vez o exercício desses apontamentos.
Não quer mais saber do assunto. Publicar os velhos
compêndios em livro já lhe custou grande esforço, muita coragem. Basta!
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Mishima e eu (Franklin Jorge)
Descobri Yukio Mishima (1925-1970) num
volume bastante manuseado, pertencente ao ator e diretor teatral Jesiel
Figueiredo, ao tempo em que ele morava numa garagem nos fundos da casa de seus
pais à Avenida Princesa Isabel com a rua Prof. Zuza, em Natal.
O livro era “Confissões de Uma Máscara“, considerado então
uma obra de referência para homossexuais do mundo inteiro. Foi em 1968 ou 69,
não lembro ao certo, pois em matéria de datas sou tal qual o presidente Lula e
o Partido dos Trabalhadores em matéria de ética: ignoro ou não sei…
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